Fim de vida: da importância do prazer

Mantendo algum controle

Para o paciente, também é uma questão de afirmar e reconhecer as escolhas e liberdades de alguém no universo restritivo da instituição. A luta contra a hipermedicalização é uma maneira para ele mostrar que, afinal, ele mantém algum controle sobre sua vida. Um símbolo importante para as pessoas muitas vezes consideradas incapazes de tomar decisões importantes. "A representação social de pacientes idosos e vulneráveis ​​restringe as margens de escolha", diz o socio-antropólogo.

Quando os pacientes não querem um copo de álcool ou um prato gostoso, por gosto cultural, religioso ou simplesmente, há outros prazeres possíveis: música, cuidado do corpo, a presença de seu animal de estimação, o fato de poder fumar ou manter uma vida sexual. "Os desejos realizáveis ​​são numerosos", diz Catherine Le Grand-Sébille, que salienta que "nesse período, quando os franceses são tão Preocupado com as condições dos últimos momentos de sua vida, é preferível que a importância do prazer seja mais amplamente reconhecida. "

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