Alexandre Jollien: "Procuro tornar-me um trabalhador da paz"

Não existe da sua parte a imodesty para revelar coisas íntimas sobre você, sua família, sua vida interior? Não está em contradição com o seu desejo de terminar com o ego?

A. J .: Não, pelo contrário. Para mim, existe a vontade de não desempenhar papel. Gostaria de fazer algo útil e transmitir coisas que realmente me aproximam da paz e da alegria. A falta de vergonha seria falar por trás de uma máscara, para desempenhar um papel.

Você quer transmitir algo?

A. J .: Em vez disso, testemunho do que vivo. A falta de entendimento seria tomar um tom de ensino. Neste livro, "eu" é a maneira menos narcisista de falar sobre minha experiência. Havia um grande risco de empregar um tom de conselheiro, que eu não consigo segurar. Este jornal me pediu muito trabalho. É o produto de uma remoção radical, impostas pelas circunstâncias. Procuro libertar-me da piedade e da condescendência. Eu sofri como uma criança. Muitas vezes acabamos internalizando os olhos dos outros. Não quero ser culpado ou culpar os outros. Escrever é correr o risco. O Filósofo nu me custou muito, muito carinho. Havia mal-entendidos. Fui acusado de um fascínio pelos corpos dos homens e, no nível religioso, um certo sincretismo ... eu precisava recarregar minhas baterias. Para encontrar uma vida mais simples, menos mundana. E veio essa viagem à Coréia. Partindo longe, voltei às minhas origens, encontrei-me.

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